Ginecologista, desde 2005 dedicado a endometriose profunda, cirurgia minimamente invasiva, cirurgia robótica e reprodução humana. Com dupla titulação em Endoscopia Ginecológica e Reprodução Assistida e formação pela UNIFESP, avalia diagnóstico, dor, fertilidade e decisão cirúrgica em um único raciocínio clínico.
Da pesquisa à sala de cirurgia: uma trajetória dedicada à endometriose e à fertilidade
O Prof. Dr. Alexander Kopelman é médico ginecologista (CRM-SP 103.944), com dupla titulação pela AMB/FEBRASGO em Endoscopia Ginecológica (RQE 945031) e Reprodução Assistida (RQE 945032). Desde 2005, dedica-se a casos ginecológicos complexos — endometriose profunda, dor pélvica e infertilidade — integrando cirurgia e medicina reprodutiva em um mesmo raciocínio clínico.
Toda a sua formação foi construída na Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP/EPM) — graduação, residência, mestrado e doutorado, este voltado ao diagnóstico molecular não invasivo da endometriose. Aperfeiçoou-se em cirurgia pélvica avançada na Universidade de Tübingen (Alemanha) e é Console Surgeon certificado em cirurgia robótica da Vinci Xi (IRCAD América Latina). Professor da UNIFESP aprovado por concurso público, mantém hoje atividade docente voluntária, orientando cirurgiões em casos de alta complexidade.
Essa base acadêmica orienta a forma como conduz cada caso: antes de indicar um caminho, busca compreender o diagnóstico, a extensão da doença, os sintomas, o impacto na qualidade de vida, a idade, a reserva ovariana, o desejo reprodutivo e as alternativas disponíveis — para então construir uma decisão individualizada.
Abordagem clínica integrada — “É preciso entender a paciente, o momento de vida, o que já foi tentado, o que ainda pode ser preservado e qual decisão faz mais sentido clínico para aquele caso.”
Diagnóstico com contexto — Correlação entre sintomas, exame físico, imagem especializada (ultrassom com preparo intestinal e ressonância com protocolo) e histórico clínico.
Cirurgia e fertilidade no mesmo raciocínio — Cada decisão cirúrgica é avaliada também pelo impacto reprodutivo — possível pela dupla titulação em cirurgia e reprodução.
Plano individualizado — Tratamento clínico, cirurgia de excisão, FIV ou preservação de fertilidade, conforme o caso e os objetivos da paciente.
Não basta olhar a doença. É preciso entender a paciente, o momento de vida, o que já foi tentado, o que ainda pode ser preservado e qual decisão oferece mais sentido clínico para aquele caso.
Diagnóstico com contexto
Correlação entre sintomas, exame físico, imagem especializada e histórico clínico.
Cirurgia e fertilidade no mesmo raciocínio
Decisões cirúrgicas avaliadas também pelo impacto reprodutivo.
Plano individualizado
Tratamento clínico, cirurgia, FIV ou preservação de fertilidade conforme cada caso.
Credenciais profissionais e acadêmicas
Com mais de duas décadas de trajetória, formação contínua na UNIFESP/EPM, títulos de especialista, aperfeiçoamento internacional e certificação em cirurgia robótica.
CRM-SP 103.944
945032
Reprodução Assistida.
945031
Endoscopia Ginecológica.
Graduação em Medicina · UNIFESP/EPM
Residência em Ginecologia e Obstetrícia · UNIFESP/EPM (Hospital São Paulo)
Título de Especialista em GO (TEGO) · FEBRASGO/AMB
Área de Atuação em Endoscopia Ginecológica — RQE 945031 ·AMB/FEBRASGO
Mestrado em Ginecologia · UNIFESP/EPM
Treinamento avançado em cirurgia pélvica radical para endometriose severa ·University of Tübingen, Alemanha
Coordenador do Centro de Endometriose · Hospital Santa Catarina (Av. Paulista, São Paulo) — equipe multidisciplinar
Doutorado em Ginecologia · UNIFESP/EPM — tese sobre diagnóstico molecular não invasivo (FAPESP/CNPq)
Docente de pós-graduação · Instituto GERA (medicina reprodutiva)
Área de Atuação em Reprodução Assistida — RQE 945032 · AMB/FEBRASGO
ProfessorAfiliado, Depto. de Ginecologia · UNIFESP/EPM
Console Surgeon da Vinci Xi · Intuitive Surgical / IRCAD América Latina
ProfessorAdjunto A, Nível I · UNIFESP/EPM — aprovado em concurso público federal
Docente Convidado · IEP do Hospital Sírio-Libanês (pós graduação)
Colaborador Científico e Professor Voluntário · UNIFESP/EPM — orientação de pós-graduandos
Principais frentes de atuação clínica
A atuação do Prof. Dr. Alexander Kopelman está concentrada em situações que exigem avaliação especializada, integração entre áreas e planejamento individualizado. Em muitos casos, a pergunta principal não é apenas “qual é o diagnóstico?”, mas “qual sequência de decisões faz mais sentido para esta paciente?”.
Endometriose profunda e casos complexos
A endometriose profunda pode envolver intestino, bexiga, ureter, diafragma, ligamentos pélvicos e, em casos raros, nervos pélvicos. A avaliação exige correlação entre sintomas, exame físico, imagem especializada e objetivos da paciente.
Cirurgia ginecológica minimamente invasiva
Quando a cirurgia é indicada, a abordagem pode ser realizada por laparoscopia ou cirurgia robótica, conforme complexidade do caso, anatomia da paciente, objetivo do procedimento e recursos disponíveis.
Reprodução humana e fertilidade
Em pacientes com endometriose, endometrioma, baixa reserva ovariana, infertilidade ou desejo de preservar fertilidade, a decisão clínica precisa considerar simultaneamente a doença ginecológica e o projeto reprodutivo.
Cirurgia robótica em ginecologia
A cirurgia robótica da Vinci Xi pode ser útil em situações de maior complexidade técnica, como endometriose profunda com acometimento intestinal, vesical, ureteral ou diafragmático, miomectomias complexas e reoperações.
Miomas, adenomiose e cirurgia uterina
Nem todo mioma precisa ser operado, e nem toda adenomiose exige cirurgia. A conduta depende de sintomas, sangramento, dor, localização das lesões, idade, desejo reprodutivo e resposta a tratamentos prévios.
Segunda opinião em casos ginecológicos complexos
Pacientes com cirurgias prévias, recidiva de sintomas, dúvidas entre cirurgia e FIV ou opiniões divergentes podem se beneficiar de uma avaliação especializada para organizar as possibilidades.
Uma abordagem integrada para decisões difíceis
O diferencial da avaliação está em integrar informações que muitas vezes chegam separadas: sintomas, exames de imagem, histórico cirúrgico, reserva ovariana, desejo reprodutivo, qualidade de vida, opções clínicas e possibilidades cirúrgicas.
Entender o caso
Revisão detalhada da história clínica, dos sintomas, dos tratamentos já realizados e dos objetivos da paciente.
Correlacionar exames e sintomas
Interpretação de imagem especializada, exame físico, reserva ovariana, histórico cirúrgico e riscos envolvidos.
Planejar a sequência
Discussão entre tratamento clínico, cirurgia, FIV, preservação de fertilidade ou acompanhamento, conforme o caso.
Para quem essa avaliação costuma fazer sentido
A consulta especializada pode ser indicada quando há suspeita ou diagnóstico de doença ginecológica complexa, especialmente quando a paciente recebeu opiniões divergentes ou precisa decidir entre alternativas com impactos diferentes sobre dor, fertilidade, cirurgia e qualidade de vida.
Clínica Evince e hospitais de referência
O Prof. Dr. Alexander Kopelman atende em São Paulo na Clínica Evince, localizada na Vila Clementino. As cirurgias são realizadas em hospitais de referência — Hospital Israelita Albert Einstein, Sírio-Libanês, Vila Nova Star, Pro Matre Paulista, Oswaldo Cruz e São Luiz —, e os procedimentos de reprodução assistida na Clínica Huntington, conforme a indicação clínica e a complexidade de cada caso.
Pacientes de outras cidades, estados e países podem solicitar orientação da equipe sobre logística, envio prévio de exames e teleconsulta para segunda opinião.
Rua Machado Bittencourt, 361, conjunto 1108, Vila Clementino, São Paulo, SP, CEP 04044-905
Atendimento particular em consultório. Cirurgias conforme avaliação médica, indicação clínica e disponibilidade institucional.
Pesquisa e produção científica
A produção científica é parte da trajetória do Prof. Dr. Alexander Kopelman, com pesquisa indexada em endometriose, medicina reprodutiva e cirurgia minimamente invasiva, vinculada à UNIFESP/EPM.
Mais de 200 citações
Índice-h 7 e índice-i10 5, em pesquisa indexada vinculada à UNIFESP/EPM. (Google Scholar, jun/2026)
Linhas de investigação
Endometriose profunda, medicina reprodutiva e cirurgia ginecológica minimamente invasiva.
Artigos em periódicos indexados
Autor de artigos em periódicos nacionais e internacionais, incluindo Reproductive Sciences (2016, derivado da tese de doutorado), Molecular Medicine Reports (2018) e publicações recentes em 2024–2025.
ORCID · Lattes · Google Scholar
Perfis que conectam a produção científica às bases acadêmicas e à produção publicada.
Temas relacionados dentro do site
FAQ sobre o Prof. Dr. Alexander Kopelman
Médico ginecologista em São Paulo, com mais de 20 anos de atuação (desde 2005) — CRM-SP 103.944, RQE 945031 (Endoscopia Ginecológica) e RQE 945032 (Reprodução Assistida). É MD, MSc e PhD pela UNIFESP/EPM, onde foi Professor Adjunto por concurso público (2019–2024) e atua como Colaborador Científico e Professor Voluntário. É Console Surgeon certificado em cirurgia robótica da Vinci Xi (IRCAD América Latina) e opera em hospitais como Albert Einstein, Sírio-Libanês, Vila Nova Star, Oswaldo Cruz, Pro Matre e São Luiz. Atua em endometriose profunda, cirurgia de excisão, cirurgia minimamente invasiva, reprodução humana e casos complexos.
As principais áreas de atuação incluem endometriose profunda, endometriose intestinal, vesical, ureteral e diafragmática, endometrioma, infertilidade associada à endometriose, cirurgia minimamente invasiva, cirurgia robótica, miomas, adenomiose, miomectomia, histerectomia e decisões integradas entre cirurgia e reprodução humana.
Sim. A avaliação de endometriose complexa é uma das principais frentes de atuação, especialmente quando há acometimento intestinal, urinário, diafragmático, dor persistente, infertilidade, cirurgias prévias ou dúvida sobre a melhor sequência entre tratamento clínico, cirurgia, preservação de fertilidade e FIV.
Em muitas pacientes, especialmente com endometriose ou endometrioma, a decisão cirúrgica pode impactar a fertilidade. Por isso, avaliar cirurgia e reprodução humana no mesmo raciocínio clínico ajuda a definir uma estratégia mais segura e individualizada, considerando reserva ovariana, idade, desejo reprodutivo e sintomas.
Não. A cirurgia robótica pode ser útil em casos de maior complexidade técnica, mas não é necessária para todas as cirurgias ginecológicas. A escolha entre robótica, laparoscopia convencional, tratamento clínico ou acompanhamento depende da avaliação individual do caso.
As cirurgias são realizadas em hospitais de referência de São Paulo: Albert Einstein, Sírio-Libanês, Vila Nova Star, Oswaldo Cruz, Pro Matre Paulista e São Luiz. Os procedimentos de reprodução assistida ocorrem na Clínica Huntington.
Sim. Além do atendimento presencial na Clínica Evince, há teleconsulta para segunda opinião em casos complexos, para pacientes de outros estados e do exterior.
Clínica Evince — Rua Machado Bittencourt, 361, conjunto 1108, Vila Clementino, São Paulo/SP, CEP 04044-905.
Agendamento e próxima etapa
Pacientes que convivem com dor pélvica, suspeita de endometriose, infertilidade, endometrioma, miomas, adenomiose ou indicação de cirurgia ginecológica complexa podem buscar avaliação especializada para compreender o diagnóstico, revisar exames e discutir alternativas com clareza.
A decisão sobre tratamento clínico, cirurgia, reprodução assistida ou acompanhamento deve ser sempre individualizada. O objetivo da consulta é organizar as informações disponíveis e construir um plano coerente com o quadro clínico, os sintomas e os objetivos da paciente.
Este conteúdo tem finalidade educativa e informativa. Não substitui consulta médica, exame físico ou avaliação individualizada. Diagnóstico e tratamento devem ser definidos por profissional habilitado, considerando o histórico, os exames e os objetivos de cada paciente.